sexta-feira, outubro 27, 2006
Foda-se!

Millor Fernandes é um dos grandes humoristas brasileiros. Não resisto a publicar aqui um seu texto , perfeitamente imperdível! Leiam, que vale a pena!
O nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de "Foda-se!" que ela diz.
Existe algo mais libertário do que o conceito do "Foda-se!"? O "Foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!"
O direito ao "Foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.
A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e...
Existe algo mais libertário do que o conceito do "Foda-se!"? O "Foda-se!" aumenta a minha auto-estima, torna-me uma pessoa melhor.
Reorganiza as coisas. Liberta-me.
"Não quer sair comigo?! - então, foda-se!"
"Vai querer mesmo decidir essa merda sozinho(a)?! - então, foda-se!"
O direito ao "Foda-se!" deveria estar assegurado na Constituição.
Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para dotar o nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade os nossos mais fortes e genuínos sentimentos. É o povo a fazer a sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia.
"Comó caralho", por exemplo. Que expressão traduz melhor a ideia de muita quantidade que "comó caralho"?
"Comó caralho" tende para o infinito, é quase uma expressão matemática.
A Via Láctea tem estrelas comó caralho!
O Sol está quente comó caralho!
O universo é antigo comó caralho!
Eu gosto do meu clube comó caralho!
O gajo é parvo comó caralho!
Entendes?
No género do "comó caralho", mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso "nem que te fodas!".
Nem o "Não, não e não!" e tão pouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade "Não, nem pensar!" o substituem.
O "nem que te fodas!" é irretorquível e liquida o assunto.Liberta-te, com a consciência tranquila, para outras actividades de maior interesse na tua vida.
Aquele filho pintelho de 17 anos atormenta-te pedindo o carro para ir surfar na praia? Não percas tempo nem paciência.Solta logo um definitivo:
"Huguinho, presta atenção, filho querido, nem que te fodas!".O impertinente aprende logo a lição e vai para o Centro Comercial encontrar-se com os amigos, sem qualquer problema, e tu fechas os olhos e voltas a curtir o CD (...)
Há outros palavrões igualmente clássicos.
Pense na sonoridade de um "Puta que pariu!", ou o seu correlativo "Pu-ta-que-o-pa-riu!", falado assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba.
Diante de uma notícia irritante, qualquer "puta-que-o-pariu!", dito assim, põe-te outra vez nos eixos.
Os teus neurónios têm o devido tempo e clima para se reorganizarem e encontrarem a atitude que te permitirá dar um merecido troco ou livrares-te de maiores dores de cabeça.
E o que dizer do nosso famoso "vai levar no cu!"? E a sua maravilhosa e reforçadora derivação "vai levar no olho do cu!"?
Já imaginaste o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando, passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta:
"Chega! Vai levar no olho do cu!"?
Pronto, tu retomaste as rédeas da tua vida, a tua auto-estima.
Desabotoas a camisa e sais à rua, vento batendo na face, olhar firme, cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.
E seria tremendamente injusto não registar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: "Fodeu-se!". E a sua derivação, mais avassaladora ainda: "Já se fodeu!".
Conheces definição mais exacta, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação?
Expressão, inclusivé, que uma vez proferida insere o seu autor num providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando estás a sem documentos do carro, sem carta de condução e ouves uma sirene de polícia atrás de ti a mandar-te parar. O que dizes? "Já me fodi!"
Ou quando te apercebes que és de um país em que quase nada funciona, o desemprego não baixa, os impostos são altos, a saúde, a educação e … a justiça são de baixa qualidade, os empresários são de pouca qualidade e procuram o lucro fácil e em pouco tempo, as reformas têm que baixar, o tempo para a desejada reforma tem que aumentar … tu pensas “Já me fodi!”
Então:
Liberdade,
Igualdade,
Fraternidade
e...
Foda-se!!!
Mas não desespere:
Este país … ainda vai ser “um país do caralho!”
Atente no que lhe digo!
Por Millor Fernandes (adaptado)
Coisas da Profissão...
Num fim de tarde, um ginecologista aguarda sua última paciente que não há meio de chegar.
Ao fim de 45 minutos, ele supõe que ela já não vem e resolve tomar um gin tónico para relaxar, antes de voltar para casa. Instala-se confortavelmente numa poltrona e começa a ler o jornal, quando a campainha toca. É a paciente que chega toda envergonhada e pede desculpas pelo atraso.
- Não tem importância! - responde o médico - Eu estava a beber um gin tónico enquanto a esperava. Quer um também para relaxar?
- Aceito com prazer - responde a paciente aliviada.
Ele serve-lhe um copo, senta-se na sua frente e começam a conversar. De repente, ouve-se um barulho de chave na porta do consultório.
O médico tem um sobressalto, levanta-se bruscamente e diz:
- A minha mulher! Depressa! Tire a roupa e abra as pernas!
domingo, outubro 22, 2006
Funções Corporativas...
Um homem está a conduzir o seu carro, quando a certa altura percebe que se perdeu. Dá conta de outro homem que passa por perto, encosta ao passeio e chama-o:
- Desculpe, pode dar-me uma ajuda? Prometi a um amigo encontrar-me com ele às 14h, estou meia hora atrasado e não sei onde me encontro.
- Claro que o posso ajudar. O senhor encontra-se num automóvel, entre os 38 e os 39 graus de latitude norte e os 9 e 10 graus de longitude oeste, são 14 horas, 23 minutos e 42 segundos, hoje é quarta-feira e estão 27 graus centígrados.
- O senhor é informático?
- Exactamente! Como é que sabe?
- Porque tudo o que me disse está correcto do ponto de vista técnico, mas é inútil do ponto de vista prático. De facto, não sei o que fazer com a informação que me deu e continuo aqui perdido.
- Então o senhor deve ser um chefe, certo? - responde o informático
- Na realidade sou mesmo. Mas. como percebeu?
- Muito fácil: não sabe nem onde se encontra, nem para onde ir; fez uma promessa que não faz a menor ideia de como vai cumprir e agora espera que outro qualquer lhe resolva o problema. De facto, encontra-se exactamente na mesma situação em que estava antes de nos encontrarmos, mas agora, por um qualquer estranho motivo, a culpa acaba por ser minha!
- Desculpe, pode dar-me uma ajuda? Prometi a um amigo encontrar-me com ele às 14h, estou meia hora atrasado e não sei onde me encontro.
- Claro que o posso ajudar. O senhor encontra-se num automóvel, entre os 38 e os 39 graus de latitude norte e os 9 e 10 graus de longitude oeste, são 14 horas, 23 minutos e 42 segundos, hoje é quarta-feira e estão 27 graus centígrados.
- O senhor é informático?
- Exactamente! Como é que sabe?
- Porque tudo o que me disse está correcto do ponto de vista técnico, mas é inútil do ponto de vista prático. De facto, não sei o que fazer com a informação que me deu e continuo aqui perdido.
- Então o senhor deve ser um chefe, certo? - responde o informático
- Na realidade sou mesmo. Mas. como percebeu?
- Muito fácil: não sabe nem onde se encontra, nem para onde ir; fez uma promessa que não faz a menor ideia de como vai cumprir e agora espera que outro qualquer lhe resolva o problema. De facto, encontra-se exactamente na mesma situação em que estava antes de nos encontrarmos, mas agora, por um qualquer estranho motivo, a culpa acaba por ser minha!
quinta-feira, outubro 05, 2006
Volúvel
Uma garota vai-se confessar. Ajoelha-se e começa a lalar com o padre:
"- Padre, preciso que o senhor me perdoe pelos meus pecados..."
"- Conte os seus pecados, minha filha."
"- Eu estou noiva há 3 anos e vou casar para a semana que vem. Ontem à tarde, encontrei um ex-colega de trabalho. Ficámos na conversa, e depois ele convidou-me para conhecer o apartamento dele, e eu fui. E terminámos na cama, padre. Sabe, padre, é que eu sou tão volátil..."
"- Volúvel, minha filha."-disse o Padre.
"- Antes de ontem eu encontrei um amigo que não via há muitos meses. Conversámos, fomos jantar, e ele levou-me pra conhecer um motel novo que inaugurou. Eu fui, e terminámos na cama, padre. É que eu sou tão volátil, padre."
"- Volúvel, minha filha, volúvel."- Volta a corrigir o Padre.
"- No dia anterior, eu vi um amigo meu no shopping, e fui falar com ele. Conversa vai conversa vem, ele levou-me para o apartamento dele. onde terminámos na cama. É que eu sou tão vo... Como é mesmo a palavra, padre?"
"- Puta, minha filha. Puta!!!"
7
Ainda hoje muitas pessoas quando escrevem o número 7 utilizam uma barra horizontal suplementar na metade do algarismo. A maior parte das tipografias tem-na feito desaparecer, como se pode constatar digitando a tecla 7 do teclado.
Porque sobreviveu então essa barra até aos nossos dias?
Há muitos séculos atrás, nos tempos bíblicos, Moisés estava no monte Sinai e foram-lhe ditados os 10 mandamentos.
Porque sobreviveu então essa barra até aos nossos dias?
Há muitos séculos atrás, nos tempos bíblicos, Moisés estava no monte Sinai e foram-lhe ditados os 10 mandamentos.
Mais tarde, ele, em voz alta, transmitiu-os à multidão, um por um. Quando chegou no mandamento número sete, Moisés anunciou:
"Não desejarás a mulher do próximo!"
E a multidão gritou:
"Risca o sete...!!!!!! Risca o sete...!!!!!!!!!!"
"Não desejarás a mulher do próximo!"
E a multidão gritou:
"Risca o sete...!!!!!! Risca o sete...!!!!!!!!!!"
quinta-feira, setembro 28, 2006
Olhares.com
| É um site português de fotografia, onde se podem apreciar os trabalhos de variadíssimos fotógrafos. Mais que um foto-blog, as fotografias têm de ser pré-seleccionadas de modo a assegurar um mínimo de qualidade. Aberto a todos, uma visita é altamente recomendada. Ficarão estupefactos com os trabalhos lá existentes... Já agora, se quiserem espreitar algumas das minhas fotos, estão em http://www.olhares.com/kahlix |
Divinal!
Estavam um inglês, um alemão e um português num café quando o inglês diz aos outros:
- Esse que aí entrou é igualzinho ao Jesus Cristo
- Pois, pois - dizem os outros.
- Estou-vos a dizer. A barba, a túnica....
O inglês levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
- Tu és Jesus Cristo, não é verdade?
- Eu? Que ideia!
- Eu acho que sim. Tu és Jesus Cristo.
- Já disse que não. Mas fala mais baixo.
- Eu sei que tu és Jesus Cristo
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
- Sou efectivamente Jesus Cristo mas fala baixo e não digas a ninguém senão isto fica aqui um pandemónio.
- Fiz uma lesão no joelho em pequeno. Cura-me.
- Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde a fazer milagres.
O inglês tanto insiste que Jesus Cristo põe-lhe a mão sobre o joelho e cura-o.
- Obrigado. Ficarei eternamente grato - agradece, emocionado, o inglês.
- Sim, sim. Não grites e vai-te embora. Não contes a ninguém.
O inglês, mal chegou à mesa, contou aos amigos. O alemão levantou-se logo e dirigiu-se a ele.
- O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro. Cura-me.
- Não sou nada Jesus Cristo. Fala baixo.
O alemão tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.
- Vai-te agora embora e não contes a ninguém.
Mas Jesus Cristo bem o viu a contar a história aos amigos e ficou à espera de ver o português ir ter com ele. O tempo foi passando e nada. Mordido pela curiosidade dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a
mão sobre o ombro do português, começou a perguntar:
- E tu, não queres que.....
O português levanta-se de um salto, afastando-se dele:
- Eh, tira as mãozinhas que eu estou de baixa!!!
- Esse que aí entrou é igualzinho ao Jesus Cristo
- Pois, pois - dizem os outros.
- Estou-vos a dizer. A barba, a túnica....
O inglês levanta-se, dirige-se ao homem e pergunta:
- Tu és Jesus Cristo, não é verdade?
- Eu? Que ideia!
- Eu acho que sim. Tu és Jesus Cristo.
- Já disse que não. Mas fala mais baixo.
- Eu sei que tu és Jesus Cristo
Tanto insiste que o homem lhe diz baixinho:
- Sou efectivamente Jesus Cristo mas fala baixo e não digas a ninguém senão isto fica aqui um pandemónio.
- Fiz uma lesão no joelho em pequeno. Cura-me.
- Milagres não. Tu vais contar aos teus amigos e eu passo a tarde a fazer milagres.
O inglês tanto insiste que Jesus Cristo põe-lhe a mão sobre o joelho e cura-o.
- Obrigado. Ficarei eternamente grato - agradece, emocionado, o inglês.
- Sim, sim. Não grites e vai-te embora. Não contes a ninguém.
O inglês, mal chegou à mesa, contou aos amigos. O alemão levantou-se logo e dirigiu-se a ele.
- O meu amigo disse-me que eras Jesus Cristo e que o curaste. Tenho um olho de vidro. Cura-me.
- Não sou nada Jesus Cristo. Fala baixo.
O alemão tanto insistiu que Jesus Cristo passou-lhe a mão pelos olhos e curou-o.
- Vai-te agora embora e não contes a ninguém.
Mas Jesus Cristo bem o viu a contar a história aos amigos e ficou à espera de ver o português ir ter com ele. O tempo foi passando e nada. Mordido pela curiosidade dirigiu-se à mesa dos três amigos e, pondo a
mão sobre o ombro do português, começou a perguntar:
- E tu, não queres que.....
O português levanta-se de um salto, afastando-se dele:
- Eh, tira as mãozinhas que eu estou de baixa!!!
sexta-feira, setembro 22, 2006
O Pai e o Rato
O menino entra no quarto de repente e apanha o pai a colocar um preservativo.
O pai, muito embaraçado, baixa-se e olha debaixo da cama, na tentativa de esconder a erecção e o preservativo.
O menino diz:
- Pai, o que estás a fazer?
O pai responde:
- Eu acho que eu vi um rato debaixo da cama.
E o menino pergunta:
- E o que vais fazer? Enrabá-lo?
O pai, muito embaraçado, baixa-se e olha debaixo da cama, na tentativa de esconder a erecção e o preservativo.
O menino diz:
- Pai, o que estás a fazer?
O pai responde:
- Eu acho que eu vi um rato debaixo da cama.
E o menino pergunta:
- E o que vais fazer? Enrabá-lo?
quinta-feira, setembro 21, 2006
Telemóveis às dúzias...
Ontem recebi uma mensagem duma amiga minha. Entre outras coisas, fiquei a saber que ela tem outro telemóvel.
Não estou a falar de outro aparelho, uma vez que hoje em dia os telemóveis são tão descartáveis como as pilhas ou os copos de plástico. E se estás convencido que compraste o último grito da tecnologia, esquece! Já saiu um modelo mais leve, mais bonito, mais fino, com mais memória, mais resolução, mais, mais, mais!!! A única certeza com que ficas é que se tivesses esperado mais uma semana tinhas feito melhor negócio.
De volta à minha amiga, fiquei abismado!
Ela, que aqui há alguns anos fugia dos telemóveis como o Diabo da Cruz, com imensas reticências arranjou um. Tratava-o como se fosse um bicho nojento. Quantas vezes ficou o animalzinho inanimado, após longos minutos de pios aflitos, a pedir um carregador para a esgotada bateria…
Depois, lentamente, passaram a olhar-se com desconfiança mútua. Era a fase do “Detesto-te, mas às vezes dás jeito…” Já os carregamentos da bateria aconteciam com muito mais frequência, antes até de qualquer pedido.
Daí para a frente foi o descalabro. Dependência total. Só não ia para o banho com ela, porque não era à prova de água. Mas ficava sentado na borda da banheira a privar com a nudez daqueles momentos privados.
Uma vez, até o seu toque polifónico interrompeu um momento de paixão ardente, e quase provocou a rotura com o namorado porque este insinuou que seria bom desligá-lo de vez em quanto.
E quando o monstrinho se avariou e esteve a arranjar duas semanas?
Ela andava louca! Parecia um dependente químico sem a dose diária de droga… Foi uma TPM de quinze dias, que só acabou quando finalmente o foi levantar aos serviços técnicos.
E agora, Zás! Outro telemóvel! Doutra rede, claro.
Já nada falta para a vermos com os dois dependurados um em cada orelha, como se fosse um par de brincos Hi-Tech.
E o próximo? Da rede que falta? Deve ser o pingente para completar o conjunto. Ainda bem que só temos 3 redes móveis em Portugal…
Razão, tinha o meu Avô alentejano, que da primeira vez que me viu aparecer com um desses brinquedos, na altura ainda mais parecidos com um tijolo que outra coisa, me disse do alto da sua infinita sabedoria:
“- Arranjaste uma coisa dessas?! Nunca mais vais ter sossego!”
De volta à minha amiga, fiquei abismado!
Ela, que aqui há alguns anos fugia dos telemóveis como o Diabo da Cruz, com imensas reticências arranjou um. Tratava-o como se fosse um bicho nojento. Quantas vezes ficou o animalzinho inanimado, após longos minutos de pios aflitos, a pedir um carregador para a esgotada bateria…
Depois, lentamente, passaram a olhar-se com desconfiança mútua. Era a fase do “Detesto-te, mas às vezes dás jeito…” Já os carregamentos da bateria aconteciam com muito mais frequência, antes até de qualquer pedido.
Daí para a frente foi o descalabro. Dependência total. Só não ia para o banho com ela, porque não era à prova de água. Mas ficava sentado na borda da banheira a privar com a nudez daqueles momentos privados.
Uma vez, até o seu toque polifónico interrompeu um momento de paixão ardente, e quase provocou a rotura com o namorado porque este insinuou que seria bom desligá-lo de vez em quanto.
E quando o monstrinho se avariou e esteve a arranjar duas semanas?
Ela andava louca! Parecia um dependente químico sem a dose diária de droga… Foi uma TPM de quinze dias, que só acabou quando finalmente o foi levantar aos serviços técnicos.
E agora, Zás! Outro telemóvel! Doutra rede, claro.
Já nada falta para a vermos com os dois dependurados um em cada orelha, como se fosse um par de brincos Hi-Tech.
E o próximo? Da rede que falta? Deve ser o pingente para completar o conjunto. Ainda bem que só temos 3 redes móveis em Portugal…
Razão, tinha o meu Avô alentejano, que da primeira vez que me viu aparecer com um desses brinquedos, na altura ainda mais parecidos com um tijolo que outra coisa, me disse do alto da sua infinita sabedoria:
“- Arranjaste uma coisa dessas?! Nunca mais vais ter sossego!”
segunda-feira, setembro 18, 2006
Hoje apetece-me... Fernando Pessoa!
Palavras? Só do Mestre! Fernando Pessoa, em todo o seu explendor...
"Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que a minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da alma. Agradecer a Deus em cada manhã o milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma critica, mesmo que injusta. Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Façam o favor de ser Felizes!!!
domingo, setembro 17, 2006
Cozer Marisco
sexta-feira, setembro 08, 2006
domingo, agosto 13, 2006
domingo, julho 23, 2006
A Solução!
Quem, como eu, vive numa zona onde a densidade de "lulus" é elevada, e é obrigado constantemente a gincanas entre marcos biodegradáveis, amaldicoando os "tios" e "tias" que são chiquérrimos para tudo, menos para apanhar os presentes dos seus inseparavéis companheiros, vai concerteza adoptar a idéia e passar a denunciar os donos dos responsáveis por tão elevada produção de estrume...
sábado, julho 22, 2006
TV in Japan
Espreitem o video que está neste site! É de partir o caco! Só Japonês para ter esta idéia...
TV in Japan
TV in Japan
Vivendo e Aprendendo...
- Se mexer, pertence à Biologia;
- Se cheirar mal, pertence à Química;
- Se não funcionar, pertence à Física;
- Se ninguém entende. é Matemática;
- Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia;
- Se não mexe, não cheira mal, não funciona, ninguém entende e não faz sentido, entáo é Informática.
Já agora, para quem não sabe a diferença entre Software e Hardware:
- Software é a parte que se insulta;
- Hardware é a parte onde se dá pontapés.
sábado, julho 08, 2006
Questões Bíblicas
Aqui está mais uma coisinha interessante que me chegou por E-mail.
É extenso, mas vale a pena ler...
Recentemente, uma célebre animadora de rádio dos EUA afirmou que a homossexualidade era uma perversão:
- É o que diz a Bíblia no livro do Levítico, capítulo 18, versículo 22: "Tu não te deitarás com um homem como te deitarias com uma mulher: seria uma abominação." A Bíblia refere assim a questão. Ponto final. - afirmou ela.
Alguns dias mais tarde, um ouvinte dirigiu-lhe uma carta aberta que dizia:
"Obrigado por colocar tanto fervor na educação das pessoas pela Lei de Deus. Aprendo muito ouvindo o seu programa e procuro que as pessoas à minha volta a escutem também. No entanto, eu preciso de alguns conselhos quanto a outras leis bíblicas.
Por exemplo, eu gostaria de vender a minha filha como serva, tal como nos é indicado no Livro do Êxodo, capítulo 21, versículo 7. Na sua opinião, qual seria o melhor preço?
O Levítico também, no capítulo 25, versículo 44, ensina que posso possuir escravos, homens ou mulheres, na condição que eles sejam comprados em nações vizinhas. Um amigo meu afirma que isto é aplicável aos mexicanos, mas não aos canadianos. Poderia a senhora esclarecer-me sobre este ponto? Por que é que eu não posso possuir escravos canadianos?
Tenho um vizinho que trabalha ao sábado. O Livro do Êxodo, capítulo 25, versículo 2, diz claramente que ele deve ser condenado à morte. Sou obrigado a matá-lo eu mesmo? Poderia a senhora sossegar-me de alguma forma neste tipo de situação constrangedora?
Outra coisa: o Levítico, capítulo 21, versículo 18, diz que não podemos aproximar-nos do altar de Deus se tivermos problemas de visão. Eu preciso de óculos para ler. A minha acuidade visual teria de ser de 100%? Seria possível rever esta exigência no sentido de baixarem o limite?
Um último conselho. O meu tio não respeita o que diz o Levítico, capítulo 19, versículo 19, plantando dois tipos de culturas diferentes no mesmo campo, da mesma forma que a sua esposa usa roupas feitas de diferentes tecidos: algodão e polyester. Além disso, ele passa os seus dias a maldizer e a blasfemar. Será necessário ir até ao fim do processo embaraçoso que é reunir todos os habitantes da aldeia para lapidar o meu tio e a minha tia, como prescrito no Levítico, capítulo 24, versículos 10 a 16? Não se poderia antes queimá-los vivos após uma simples reunião familiar privada, como se faz com aqueles que dormem com parentes próximos, tal como aparece indicado no livro sagrado, capítulo 20, versículo 14?
Confio plenamente na sua ajuda."
Campanha Anti-tabagista
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